PostHeaderIcon Encontro Bom Pastor - Casais em Segunda União

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Em Campo Grande já existe por muitos anos, haja visto o movimento Bom Pastor, iniciado na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, que este ano terá a sua 10ª Edição, trazendo muitos casais a se engajarem e prestar sua caridade em nosso meio, muitos que se sentiam descriminado pela igreja, marginalizados em muitas vezes pela falta de conhecimento de movimentos desta natureza, hoje estão dando exemplo de que a Comunhão Espiritual é tão importante quanto a em espécie.
an image Palavras de João Paulo II
a respeito dos casais em segunda união, na Eexortação Apostólica sobre a Família, o Papa João Paulo II explicou o seguinte:

“Juntamente com o Sínodo [da Família, 1980] exorto vivamente os pastores e a inteira comunidade dos fiéis a ajudar os divorciados, promovendo com caridade solícita que eles não se considerem separados da Igreja, podendo, e melhor devendo, enquanto batizados, participar na sua vida. Sejam exortados a ouvir a Palavra de Deus, a freqüentar o Sacrifício da Missa, a perseverar na oração, a incrementar as obras de caridade e as iniciativas da comunidade em favor da justiça, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as obras de penitência para assim implorarem, dia a dia, a graça de Deus. Reze por eles a Igreja, encoraje-os, mostre-se mãe misericordiosa e sustente-os na fé e na esperança.

A Igreja, contudo, reafirma a sua práxis, fundada na Sagrada Escritura, de não admitir à comunhão eucarística os divorciados que contraíram nova união. Não podem ser admitidos, do momento em que o seu estado e condições de vida contradizem objetivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja, significada e atuada na Eucaristia. Há, além disso, um outro peculiar motivo pastoral: se se admitissem estas pessoas à Eucaristia, os fiéis seriam induzidos em erro e confusão acerca da doutrina da Igreja sobre a indissolubilidade do matrimônio.

A reconciliação pelo sacramento da penitência - que abriria o caminho ao sacramento eucarístico - pode ser concedida só àqueles que, arrependidos de ter violado o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo, estão sinceramente dispostos a uma forma de vida não mais em contradição com a indissolubilidade do matrimônio. Isto tem como conseqüência, concretamente, que quando o homem e a mulher, por motivos sérios - quais, por exemplo, a educação dos filhos - não se podem separar, ‘assumem a obrigação de viver em plena continência, isto é, de abster-se dos atos próprios dos cônjuges’.

an image Igualmente o respeito devido quer ao sacramento do matrimônio quer aos próprios cônjuges e aos seus familiares, quer ainda à comunidade dos fiéis proíbe os pastores, por qualquer motivo ou pretexto mesmo pastoral, de fazer em favor dos divorciados que contraem uma nova união, cerimônias de qualquer gênero. Estas dariam a impressão de celebração de novas núpcias sacramentais válidas, e conseqüentemente induziriam em erro sobre a indissolubilidade do matrimonio contraído validamente.

Agindo de tal maneira, a Igreja professa a própria fidelidade a Cristo e à sua verdade; ao mesmo tempo comporta-se com espírito materno para com estes seus filhos, especialmente para com aqueles que sem culpa, foram abandonados pelo legítimo cônjuge.

Com firme confiança ela vê que, mesmo aqueles que se afastaram do mandamento do Senhor e vivem agora nesse estado, poderão obter de Deus a graça da conversão e da salvação, se perseverarem na oração, na penitência e na caridade”

Exortação Apostólica Familiaris Consortio - 1981).

Ficha de Incrição...






Fotos do Encontro
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O encontro será dias 11 e 12 de Setembro, no dia 13 traremos já as fotos da confraternização.

Incrição
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Faça sua inscrição, é gratuita, só lembrando que é para casais em segunda união com uma caminhada juntos a mais de 3 anos juntos. Solicite na secretaria sua ficha de inscrição ou interceda por algum casal, com o concentimento deles para fazerm parte deste encontro.

Informações
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Se você ainda tem alguma dúvida, clique no desenho acima e encaminhe suas perguntas sobre o encontro ou sobre o movimento Bom Pastor - CSU. Teremos o prazer em lhe explicar para que não tenha mais dúvida sobre este assunto.

PostHeaderIcon MOSAICO DE NOSSA SENHORA DA ABADIA E O BOM PASTOR

an image Maria Mãe do Bom Pastor é uma imagem muito cara aos nossos olhos, Bem Aventurado todo aquele que "APACENTAR AS MINHAS OVELHAS". Nesta imagem entendemos e compreendemos o modelo de ação pastoral, que confia a nós, Pastores de muitos rebanhos. O mosaico representa uma verdadeira síntese da espiritualidade que nos anima.

A Virgem Maria é representada numa atitude de grande simplicidade e doçura, no ato de oferecer “erva fresca” às ovelhinhas que acorrem em relação à Palavra, aos Sacramentos e a tudo que possibilita ter “vida em abundância” (cf. Jo 10,10). A missão de Maria numa tríplice cooperação com Jesus Bom Pastor: apascentar, proteger e guiar o rebanho na simplicidade, operosidade, bondade e cotidianidade da vida do “pastor.” Recomenda e intercede pela Pastorinha que sente em si as necessidades de todo o povo de Deus e vive o seu ministério, fazendo-se mãe e irmã de todos.

Na frente de Maria está Jesus Pastorzinho, colocado entre as ovelhas, no ato de acolhê-las com amor. A contemplação do rosto de Jesus nos faz entender a missão que lhe foi confiada pelo Pai: apascentar o rebanho até “depor a vida” por ele (cf. Jo 10, 18). Exortemos todos nos pastores a imitar o Pastorzinho, dando às almas instrução, bom exemplo, graça ... e fazer seu o espírito de Jesus Bom Pastor, que conhece e dá a vida pelo seu rebanho.

Ao lado de Maria, à direita e esquerda respectivamente, estão os Apóstolos Pedro e Paulo, os dois maiores pastores da Igreja. Ambos estão no meio do rebanho, envolvidos pelo compromisso de reunir as ovelhas e lhes indicar o Caminho, Jesus Pastorzinho e Maria Pastora. De Pedro, aprendemos a servir o rebanho de Deus com gratuidade e alegria, na fidelidade a Cristo e à Igreja. De Paulo, a coragem da busca de um ministério pastoral em diálogo com a história e suas expressões culturais.

O rebanho é muito numeroso e está no centro, onde convergem as atenções e os interesses das outras figuras. Todas as ovelhas estão a caminho, em direção a Jesus, escutam a sua voz e se sentem chamadas por nome (cf. Jo 10, 3-4). Que possamos ter a compaixão de Jesus por aqueles que ainda não crêem e estão distantes dele, e a eles se dirigem com especial atenção.




an image FÁBULA DA OVELHA E DO LAMEIRO

Era uma vez uma ovelhinha que, junto com a sua mãe, passava em frente de um chiqueiro todos os dias a caminho do pasto.

Os porcos divertiam-se tanto rebolando na lama que num dia de muito calor a ovelhinha pediu à mãe que a deixasse pular a cerca e chafurdar na lama fresca.
A mãe respondeu que não. A ovelhinha fez a clássica pergunta:
“Por que não?” A resposta foi simples:
“Porque ovelhas não chafurdam.”

A ovelhinha não se contentou.
Achou que a mãe havia feito pouco caso dela e abusado da sua autoridade quando não devia. Assim que a mãe se afastou, a ovelhinha correu para o chiqueiro e pulou a cerca. Sentiu a lama fria nos pés, pernas e barriga. Pouco depois achou que já era hora de voltar para junto da mãe, mas não conseguiu!
Estava presa!

Lama e lã não combinam.
O prazer havia-se transformado em prisão. A ovelhinha estava desesperadamente presa em consequência da sua tolice. Ela pediu socorro e foi resgatada por um "amigo" lavrador caridoso.

Depois de ter sido limpa e estar de volta ao aprisco, a mãe relembrou:
“Não te esqueças de que ovelhas não chafurdam!”
(Autor Desconhecido)

O mesmo acontece com o pecado.
Sempre tão apetecível, e que parece tão fácil de ser abandonado quando quisermos. Mas não é assim! Os prazeres aprisionam-nos.
Por isso, os cristãos devem ter cuidado para não se deixarem seduzir pelos lameiros da vida.

Ouçamos a Mãe.
Sigamos o Bom Pastor!

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